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Queda é um problema de segurança para muitos idosos. O evento de queda pode gerar o medo de cair novamente e levar à redução da atividade física, da mobilidade física e à perda da aptidão física. Pode provocar desde traumas até morte e constitui um problema de saúde pública de grande impacto. A causa de uma queda é multifatorial e pode ser composta de fatores intrínsecos e extrínsecos e situacionais. A esse respeito, é correto afirmar:
Os fatores extrínsecos estão relacionados à reação adversa medicamentosa, como o uso de sedativos, hipnóticos, opioides, ao ambiente desconhecido de um quarto de hospital com barreiras que impedem a circulação e ao histórico de quedas anteriores.
Os fatores intrínsecos estão relacionados ao descondicionamento, prejuízo cognitivo, agitação e confusão e ao uso inadequado de dispositivos de assistência como andador, bengala ou muleta.
A avaliação do risco de queda no ambiente hospitalar deve ser realizada na admissão do paciente, após uma alteração da condição clínica do paciente, depois de uma queda e na transferência intra-hospitalar.
A escala de Queda de Morse considera quatro critérios para o risco de quedas, sendo eles: histórico de quedas, auxílio na deambulação, marcha e terapia nutricional.
Para pacientes idosos com risco de quedas, em uso de medicamentos que apresentam como efeitos colaterais a confusão e agitação, recomenda-se o uso de sedativos para a prevenção de quedas.