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A hiperglicemia materna, em qualquer das formas de diabetes...

A hiperglicemia materna, em qualquer das formas de diabetes na gravidez, está associada a um aumento de complicações fetais e neonatais (macrossomia fetal, prematuridade, hipoglicemia e disfunção respiratória neonatal) e na gestante (hipertensão, pré-eclâmpsia, elevação de índices de cesariana). Considerando a relevância do diabetes mellitus gestacional (D.M.G.) na saúde materna e neonatal e as orientações constantes na Nota Técnica para Organização da Rede de Atenção à Saúde com Foco na Atenção Primária à Saúde e na Atenção Ambulatorial Especializada, Saúde da Mulher na Gestação, Parto e Puerpério (2019), avalie as afirmações a seguir:


I- Os exames realizados na gestação para identificação de DMG são: glicemia de jejum e teste oral de tolerância à glicose. Este último não deve ser realizado em gestantes com diagnóstico prévio de diabetes mellitus.

II- O TOTG deve ser solicitado preferencialmente entre a 24º e 28º semana de gestação e com 2 semanas de pósparto para acompanhamento do DMG.

III- Considera diabetes mellitus gestacional, glicemia de jejum 92-125mg/dl ou 1 hora >180mg/dl ou 2 horas >153- 199mg/dl.

IV- Gestantes com DMG devem ter seu cuidado compartilhado com o pré-natal de alto risco.

V – Gestante com glicemia de jejum 92-125mg/dl, sem diagnóstico prévio à gestação de diabetes mellitus, deve manter o monitoramento na rotina do pré-natal.


É CORRETO apenas o que se afirma em:


A

I, II e III.


B

II, IV e V.


C

I, III e IV.


D

II, III e V.


E

I, IV e V.