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As infecções relacionadas ao uso de cateteres intravasculares configuram-se como um grande problema nas organizações de saúde, pois incrementam os índices de morbimortalidade entre pacientes com quadros agudos de saúde e extremos etários de maior vulnerabilidade. Entretanto, o uso da terapia intravenosa é fundamental para garantia da sobrevivência dos pacientes. Os cuidados adotados para minimizar o risco de infecção primária de corrente sanguínea são:
curativos transparentes devem ser trocados a cada 10 dias, exceto em situações de sujidade visível ou sinais flogísticos.
uma boa prática relacionada ao curativo de cateter venoso é colocar adesivo em grandes áreas para garantir a fixação das gazes.
na presença de sudorese excessiva e com bordas descolando, manter o óstio de inserção do dispositivo descoberto, evitando desperdício de material.
a ordem de preferência para a punção venosa central é a femoral como primeira escolha, seguida da subclávia e, por último, a jugular.
administrar medicações em local próprio (injetor lateral, torneirinhas, extensões) com desinfecção prévia das conexões com álcool a 70%.