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Uma paciente de dezesseis anos de idade compareceu a uma unidade básica de saúde para consulta de rotina, assintomática. Relatou ter iniciado vida sexual há três meses, tendo tido duas relações desprotegidas. Nega uso de anticoncepcionais hormonais e afirma que gostaria de fazer o Papanicolau.
Nesse caso hipotético, a melhor conduta é
não realizar o atendimento, já que a paciente é menor de idade, e orientar que ela retorne com algum adulto responsável.
orientar a paciente a respeito do uso de preservativos, pedir beta-hCG e rastreio de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e realizar coleta da colpocitologia oncótica.
solicitar exames de sangue e ultrassom transvaginal.
coletar colpocitologia oncótica, assim como rastreio para as ISTs, além de orientar a paciente a respeito do uso de preservativos e do uso oral de anticoncepcional.
orientar a paciente a respeito do uso de algum anticoncepcional, oferecer o rastreio de ISTs e explicar que ela ainda não tem idade para iniciar o rastreio da colpocitologia oncótica.