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As pessoas infectadas pelo HIV, sem tratamento, evoluem para uma grave disfunção do sistema imunológico, à medida que vão sendo destruídos os linfócitos T CD4+, uma das principais células-alvo do vírus. Por isso, o acolhimento e aconselhamento de pessoas para a realização do teste rápido ocorre com frequência na Atenção Básica. Isso exige da enfermeira expertise e conhecimento sobre os protocolos para proceder com a condução dos casos adequadamente.
Sobre o manejo de casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo HIV, assinale a alternativa CORRETA:
Considera-se adequado trabalhar com o período médio de janela imunológica de 14 dias, pois nele a maioria dos indivíduos apresentará resultados reagentes nos testes utilizados para a investigação inicial da infecção pelo HIV.
A Profilaxia Pré-exposição (PrEP) está indicada para grupos específicos não infectados que tenham maior risco de infecção pelo HIV, como gays e outros homens que fazem sexo com homens, trabalhadoras do sexo, travestis e transexuais, casais sorodiferentes.
O pertencimento a um dos grupos específicos é suficiente para o uso do PrEP, por caracterizar pessoas com frequentes situações de exposição ao HIV e pelo comportamento de risco e maior chance de contaminação.
Medidas eficazes no do pré-natal podem reduzir a chance de transmissão vertical para menos de 2%. Além disso, o aleitamento cruzado (amamentação por outra mulher) é o indicado por conta do risco de contaminação do leite, em caso de infecção pelo HIV.
Em caso de pacientes com sinais moderados indicativos de infecção pelo HIV, como diarreia recorrente ou crônica, febre persistente, herpes-zóster, anemia por mais de 30 dias, deve-se encaminhar a rede de urgência para realização de sorologia adequada.