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“A hipertensão arterial está entre as causas mais frequentes de morte materna. Entre os tipos presentes na gravidez destacam-se as manifestações específicas, isto é, a pré-eclâmpsia e a hipertensão gestacional, definidas clinicamente por aumento dos níveis da pressão arterial após a 20ª semana de gestação, associado (pré-eclâmpsia) ou não (hipertensão gestacional) à proteinúria” (PERAÇOLI; PARPINELLI, 2005, p.1).
Sobre as Síndromes Hipertensivas na Gestação, é correto afirmar que
a síndrome HELLP, define-se por hemólise, elevação enzimas hepáticas e plaquetopenia.
a eclâmpsia, quando ocorre, sempre é no final da gestação, e caracteriza-se por convulsões tônico-clônicas.
se considera como hipertensão arterial, na gravidez, a constatação de uma pressão arterial (PA) de, no mínimo, 150/100 mmHg.
a pré-eclâmpsia, geralmente, ocorre após a 24ª semana de gestação, pelo desenvolvimento gradual de hipertensão e proteinúria significativa e/ou edema de mãos e face.
os fatores de risco da pré-eclâmpsia incluem multiparidade, primeira gravidez com um novo parceiro, pré-eclâmpsia de início tardio em gravidez anterior, hipertensão crônica, diabetes e gestações múltiplas.