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“De todos os problemas respiratórios que afetam o recém-nascido (RN), a doença da membrana hialina (DMH) constitui um dos mais graves e frequentes. Cerca de 50% dos óbitos que ocorrem no período neonatal estão relacionados a distúrbios respiratórios, participando a SDR em cerca de 80 a 90% dos casos, durante a primeira semana de vida” (CONSOLO; PALHARES; CONSOLO, 2002, p.404).
Sobre a doença da membrana hialina (DMH), é correto afirmar que
a principal causa da DMH é o acúmulo de líquido amniótico nos alvéolos.
o diagnóstico da DMH se baseia na história materna, sinais de bradpineia no RN e exames laboratoriais.
o surfactante tem sido usado no tratamento de DMH, porém não existem evidências científicas do seu benefício.
são considerados fatores de risco para a DMH: prematuridade, diabetes materna, sexo masculino, cesárea eletiva, anoxia/asfixia neonatal.
a pressão positiva expiratória final (PEEP) adequada previne o colapso alveolar, mantendo um volume no final da expiração, e melhora a relação V/Q, diminuindo, assim, a PaO2.