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Sobre o contato pele a pele entre mãe e recém-nascido, é correto afirmar:
Após o nascimento, colocar o recém-nascido, se estiver ativo e reativo, diretamente sobre o abdome ou tórax da mãe, de bruços, com a pele do recém-nascido em contato com a pele da mãe. Se possível, manter o bebê e a mãe nesta posição pelo menos durante a primeira hora de vida.
A evidência sobre prática do contato pele a pele entre mãe e recém-nascido baseia-se no auxílio da regulação da temperatura (prevenção da hipotermia) na primeira hora de vida para o bebê, não apresentando evidências associadas à mãe.
O contato pele a pele entre mãe e recém-nascido não é recomendado caso o recém-nascido apresente baixo peso. Não há evidências de benefícios sobre esse grupo.
Quando o recém-nascido apresentar idade gestacional menor que 37 semanas, não se recomenda o contato pele a pele pela imaturidade na termorregulação do neonato. Indica-se o uso da incubadora para aquecer o bebê.
As evidências disponíveis mostram que a capacidade de transmissão vertical do SARS-CoV-2 entre mãe e bebê existe, e está bem estabelecida, inclusive pela prática do contato pele a pele, não sendo recomendado ao binômio em caso de mãe positiva.