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A prevalência de multimorbidade aumenta com a idade, de forma que mais de 2/3 dos muitos idosos têm duas ou mais doenças crônicas (BRASIL, 2020). No que se refere à hipertensão arterial no idoso, considera-se que
deve-se ter atenção às peculiaridades na medida da pressão para o diagnóstico correto, sendo indicada a avaliação no consultório e não fora do consultório, para ser mais fidedigno.
a decisão terapêutica e a meta de PA para o idoso devem se basear mais na condição social do que na idade cronológica.
o tratamento reduz o risco cardiovascular, mas provoca comprometimento cognitivo, tanto de origem vascular quanto da doença de Alzheimer.
a fragilidade do idoso está associada a um maior risco de Hipertensão Arterial Sistêmica, sendo assim, deve-se ter atenção especial ao status funcional e à fragilidade.
a orientação da restrição salina e o aumento excessivo da ingestão de sal podem induzir hiponatremia e perda de apetite, levando à desnutrição.