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Atualmente, o campo da atenção psicossocial no Brasil ainda está lidando com desafios em relação à Reforma Psiquiátrica. Após décadas, o modelo de cuidado em saúde mental, pautado na liberdade, na autonomia e nos direitos humanos, tem avançado lentamente, como pode ser visto no gráfico a seguir.

Ao analisar o gráfico, relacionando-o-o aos princípios da Reforma Psiquiátrica Brasileira, espera-se que a redução:
pouco significativa da quantidade dos leitos psiquiátricos reforce os serviços de base territorial e comunitário, possibilitando que o manejo ocorra em situações de crise, preferencialmente nos leitos de hospitais psiquiátricos, preservando, assim, as estratégias individuais e coletivas, de acordo com o projeto terapêutico singular
dos leitos em hospitais psiquiátricos enfatize os serviços de base territorial e comunitária, possibilitando que operem na lógica do cuidado em redes, com estabelecimento de ações intersetoriais, para garantia do cuidado integral e assistência, sob a lógica interdisciplinar, às pessoas em sofrimento psíquico, por meio do projeto terapêutico singular
do número de leitos, apesar dos avanços clínicos e políticos, tencione a criação de uma rede de serviços que vise à institucionalização, contemplando a complexidade e a gravidade das situações, refletindo, assim, na assistência integral às pessoas em sofrimento psíquico grave e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas
do número de leitos psiquiátricos retrate os avanços da Reforma Psiquiátrica no Brasil, pois a construção de uma rede de cuidados segura, eficaz e humanizada tem sido um processo contínuo, pactuado de forma coletiva, para garantir o cuidado integral e o trabalho interdisciplinar nas enfermarias especializadas nos hospitais gerais, psiquiátricos, na atenção básica, nos ambulatórios e nas comunidades terapêuticas