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A Rotura Prematura de Membranas (RPM) é definida como a saída espontânea de líquido amniótico pela vagina após a perda da integridade das membranas ovulares, na ausência de sinais de trabalho de parto, em gestações entre 20 e 22 semanas. Quando isso ocorre entre 24 e 34 semanas de gestação, adota-se a conduta expectante, visando a aguardar o crescimento e o amadurecimento fetais, com vigilância atenta contra as complicações infecciosas e monitoração da vitalidade conceptual. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma conduta adotada em caso de RPM.
Controle de pulso, pressão arterial e temperatura.
Corticoterapia antenatal, com dexametasona ou betametasona.
Cardiotocografia diária.
Restrição hídrica.
Evitar tocolíticos.