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Durante a pandemia COVID-19, doença infecciosa causada pelo coronavírus SARSCoV-2 (COVID-19), vários idosos que moram nas ruas tiveram e ainda tem que conviver com as incertezas do dia a dia, sobre o que comer, onde dormir, de onde receber ajuda, visto que a circulação de pessoas que os ajudam diminuiu e os estabelecimentos comerciais foram fechados, desde modo, foram estabelecidas estratégias e ações de solidariedade da pastoral do povo de rua ao idoso frente a pandemia, como as elencadas abaixo, exceto:
Fortalecer a participação e controle social dos moradores de rua, incentivando que os mesmos sejam protagonistas de seus direitos.
Manter diálogos com dirigentes de Instituições de Longa Permanência para Idosos e com os gestores que, deliberam sobre as ações de prevenção do coronavírus, no intuito da inserção igualitária das ações de prevenção da COVID-19.
Solicitar a realização de testagem para COVID-19 nos casos suspeitos e, por ocasião do abrigamento, a oferta de outros serviços de saúde, como a consulta médica, disponibilidade e liberação de medicamentos para início do tratamento de doenças identificadas, entre eles, tuberculose e o Vírus da Imunodeficiência Humana.
Efetivar parcerias e aproximação com a rede de saúde locais, permitindo que o morador de rua pudesse ter acesso aos serviços de saúde de forma mais efetiva.
Acompanhar o processo de abrigamento que os órgãos governamentais teriam que assumir frente a essas pessoas, pois sem essa cobrança, muitos desses abrigos não teriam se efetivado ou ainda, estariam funcionando de forma inexpressiva frente às necessidades da população de rua.