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Ao realizar visita domiciliar para um idoso, o técnico de enfermagem (TE) foi procurado pela neta do usuário, F.F., 18 anos, que relatou, entre outras informações, estar preocupada porque, há cerca de 3 semanas, havia notado a presença de uma ferida na face interna de sua boca, que não doía, mas não estava desaparecendo, apesar de estar usando uma “pomadinha”. Queixou-se ainda de que estava percebendo a presença de dois “carocinhos” em seu pescoço.
Ao observar a ferida, o TE constatou que se tratava de uma úlcera única, indolor, com borda bem definida e regular, base endurecida e fundo limpo, localizada na mucosa da face interna do lábio inferior e que os “carocinhos” pareciam ser gânglios aumentados.
Frente a essa situação, encaminhou a jovem à UBS para consulta, pois o quadro presentado era sugestivo de sífilis
latente tardia.
latente recente.
terciária.
secundária.
primária.