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A infecção hospitalar não é qualquer doença infecciosa, mas decorrente da evolução das práticas assistenciais criadas no modelo assistencial de característica curativa, no qual, predominam os procedimentos invasivos tanto para o diagnóstico, quanto para a terapêutica. Desse modo, não se trata de um fenômeno puramente biológico, mas histórico e social. No que se refere à lavagem das mãos (PORTARIA Nº 2616, DE 12 DE MAIO DE 1998) é correto afirmar que
a lavagem das mãos é, isoladamente, a ação mais importante para a prevenção e para o controle das infecções hospitalares.
o uso de luvas estéreis dispensa a lavagem das mãos antes e após contatos que envolvam mucosas, sangue, outros fluidos corpóreos, secreções ou excreções.
a lavagem e a antissepsia cirúrgica das mãos é realizada após procedimentos cirúrgicos.
a lavagem das mãos é a fricção manual leve dos dedos das mãos e dos punhos, utilizando-se de enxágue abundante em água corrente.
a lavagem das mãos deve ser realizada somente antes e após a assistência a um paciente, sempre que envolver contato com diversos sítios corporais, entre cada uma das atividades.