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A malária permanece uma das principais doenças parasitárias em áreas tropicais. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), “a eliminação de focos de transmissão exige uma abordagem multissetorial, incluindo controle vetorial, diagnóstico precoce e tratamento adequado”. Além disso, o desenvolvimento de resistência ao tratamento por parte do Plasmodium falciparum representa um desafio crescente. Sobre as estratégias de controle da malária, qual alternativa reflete corretamente sua aplicação no Brasil?
O manejo integrado inclui ações de vigilância epidemiológica, controle vetorial e educação comunitária, além do monitoramento de resistência aos medicamentos.
A eliminação de criadouros do vetor Anopheles é dispensável em regiões onde o uso de inseticidas larvicidas atinge alta cobertura.
A profilaxia medicamentosa é recomendada exclusivamente para populações não imunizadas que residem em áreas de baixa transmissão.
A utilização de mosquiteiros impregnados com inseticidas é a medida mais eficaz em áreas rurais e urbanas, independentemente da densidade vetorial.
A vacinação contra a malária é amplamente empregada no Brasil, sendo uma medida eficaz para redução da incidência.