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A doença do pé associada ao diabetes envolve um ou mais dos seguintes sinais e sintomas...

A doença do pé associada ao diabetes envolve um ou mais dos seguintes sinais e sintomas no pé: neuropatia periférica, doença arterial periférica, infecção, úlceras, neuro-osteoartropatia, gangrena ou amputação. A inspeção e exame dos pés de forma regular de uma pessoa com risco de ulceração é uma das medidas clínicas para prevenção do surgimento da lesão. De acordo com o Sistema de Estratificação de Risco IWGDF 2023, acerca da frequência de triagem de pé, é CORRETO afirmar que:


A

será considerado um paciente com risco muito baixo aquele com doença arterial periférica ou com redução na sensibilidade de proteção. O exame deverá ser realizado a cada 6 meses.


B

será considerado um paciente com risco baixo aquele sem perda na proteção da sensibilidade e sem sinais de doença arterial periférica. Para tanto, o exame deverá ser realizado anualmente.


C

é classificado com risco alto o paciente com perda na proteção da sensibilidade e doença arterial periférica ou deformidade do pé. Para esses casos, a frequência da triagem deverá acontecer uma vez a cada 1 a 3 meses.


D

é considerado risco moderado o paciente com histórico de úlcera no pé, amputação de membro ou com doença renal terminal. O exame de triagem deverá ser realizado com frequência de 1 a 3 meses.


E

é classificado com risco moderado o paciente com perda na proteção da sensibilidade e doença arterial periférica ou deformidade do pé, ou com deformidade no pé e doença arterial periférica. Para esses casos, a frequência da triagem deverá acontecer uma vez a cada 3 a 6 meses.