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O reconhecimento precoce e a compreensão dos mecanismos fisiopatológicos subjacentes são fundamentais para o manejo adequado e a redução da morbimortalidade associada. Considerando a fisiopatologia da sepse neonatal precoce, é correto afirmar que:
A resposta inflamatória sistêmica no neonato é predominantemente mediada pela ativação da via alternativa do complemento, que está plenamente madura ao nascimento.
A barreira hematoencefálica do recém-nascido é mais permeável, favorecendo o risco de meningite associada à sepse.
A ativação das células endoteliais leva a aumento da resistência vascular sistêmica, caracterizando o choque distributivo típico da sepse neonatal.
A produção de citocinas pró-inflamatórias como TNF-α e IL-1β é mais intensa no neonato, exacerbando a resposta inflamatória.
O clearance renal das drogas antimicrobianas é mais rápido no recém-nascido, justificando doses mais elevadas de antibióticos.