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O exame físico da criança abrange, além da orientação cefalocaudal, a necessidade de considerar sua idade e o grau de desenvolvimento, tendo como prerrogativas a minimização do estresse e da ansiedade para a realização do procedimento e o estabelecimento de um vínculo de confiança entre o enfermeiro, a criança e sua família. Em relação ao exame físico da criança, assinalar a alternativa CORRETA.
Não cabe ao enfermeiro determinar, em prescrição de enfermagem, a frequência e o intervalo das aferições dos sinais vitais, independentemente das condições físicas da criança ou da terapêutica implementada.
Os procedimentos dolorosos, os mais desagradáveis ou os que requeiram maior manuseio da criança devem ser realizados logo no início, mesmo que isso desencadeie choro e estresse.
Ao examinar a criança, a seguinte ordem de verificação de sinais é indicada: respiração, frequência cardíaca, temperatura e pressão arterial.
Os controles dos sinais vitais devem ser realizados em horários diferentes e por profissionais diferentes.