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A implantação obrigatória do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) em um hospital de ensino trouxe à tona desafios relacionados à segurança informacional, à estruturação do Processo de Enfermagem e à padronização da linguagem técnico-científica. À luz da Resolução COFEN nº 658/2021, da Lei nº 13.709/2018 (LGPD), e dos princípios da sistematização da assistência, qual atitude da equipe de enfermagem se coaduna com os marcos normativos, as boas práticas clínicas e os princípios da ética digital?
Restringir os registros eletrônicos a dados objetivos padronizados, omitindo elementos subjetivos do cuidado para evitar vulnerabilidade jurídica e sobrecarga documental.
Centralizar as definições de estrutura e vocabulário técnico do PEP na equipe de tecnologia da informação, visando uniformidade digital e autonomia gerencial do sistema.
Adotar linguagem informal e acessível nos registros de enfermagem, priorizando a comunicação entre profissionais de áreas distintas, independentemente da padronização terminológica.
Participar ativamente da parametrização do sistema, utilizando terminologias padronizadas como CIPE®, garantindo sigilo, rastreabilidade e validade científica das anotações.
Alternar registros digitais e manuscritos conforme a disponibilidade de recursos humanos, mantendo a funcionalidade do processo documental mesmo que com duplicidade de fontes.