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Em um hospital certificado por organismos internacionais, o comitê institucional de boas práticas clínicas identificou, mediante auditoria de eventos adversos, falhas recorrentes na transição de turnos entre equipes de enfermagem, com impacto direto em duplicações terapêuticas, omissões de registros e atrasos em procedimentos críticos. Diante disso, o enfermeiro coordenador propôs reconfigurar o modelo comunicacional adotado pela equipe, tomando como base o protocolo SBAR (Situação, Background, Avaliação e Recomendação), associado a estratégias de cogestão assistencial e segurança do paciente. Considerando os pressupostos da comunicação terapêutica, os referenciais da Joint Commission International e os marcos da Política Nacional de Segurança do Paciente, qual medida se apresenta mais robusta sob o ponto de vista técnico e alinhada aos referenciais epistêmicos da enfermagem clínica contemporânea?
Estruturar a passagem de plantão via sistema eletrônico institucional, priorizando padronização objetiva e redução de subjetividades nos relatos clínicos.
Focar a transição de turnos na execução de tarefas concluídas, reforçando uniformidade e agilidade no registro de procedimentos administrativos.
Implementar o protocolo SBAR com capacitação contínua da equipe para síntese clínica, alinhamento interprofissional e escuta ativa orientada à criticidade.
Delegar a transição de plantão exclusivamente à chefia de enfermagem, reduzindo variações discursivas e ampliando o controle das informações clínicas.
Adotar checklist baseado em cronogramas operacionais, garantindo verificação de procedimentos independentemente do quadro clínico do paciente.


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