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Em contexto de atendimento emergencial à vítima politraumatizada, a atuação da enfermagem deve seguir protocolos assistenciais internacionalmente reconhecidos, como o ABCDE do trauma, integrando avaliação sistemática e intervenções rápidas que priorizem a estabilização da vida. Com base na sistematização da assistência em trauma, nos fundamentos da Advanced Trauma Life Support (ATLS®) e nas diretrizes do COFEN para urgência e emergência, qual conduta expressa com maior precisão a ação prioritária nesse contexto?
Diante de sinais de choque circulatório e rebaixamento do nível de consciência, a prioridade deve ser a instalação de cateter central com infusão imediata de aminas vasoativas para restabelecimento perfusional.
Em caso de politraumatismo com glasgow ≤9, deve-se priorizar acesso periférico duplo com infusão rápida de cristaloides mornos, monitorando débito urinário como parâmetro secundário de resposta volêmica.
A administração empírica de solução hipertônica está indicada de imediato em qualquer suspeita de traumatismo cranioencefálico, independentemente de avaliação da pressão intracraniana.
Em pacientes com padrão respiratório irregular e perfusão periférica comprometida, a avaliação da via aérea com estabilização cervical e suporte ventilatório com bolsaválvula-máscara é a prioridade.
A abordagem inicial deve incluir controle do débito urinário, verificação de reflexos pupilares e solicitação precoce de tomografia computadorizada de crânio, mesmo sem estabilidade hemodinâmica inicial.