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No processo de informatização de registros clínicos em hospitais com adoção do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), o enfermeiro é responsável por assegurar a integridade, rastreabilidade e validade jurídica dos documentos produzidos. Com base na Resolução CFM nº 1.821/2007, na legislação da certificação digital e nas diretrizes do COFEN sobre registro profissional, qual conduta é compatível com os requisitos de segurança, autenticidade e responsabilidade legal no uso do PEP?
Permitir que múltiplos profissionais acessem simultaneamente um terminal compartilhado, desde que cada um utilize senhas genéricas previamente autorizadas pelo setor de informática.
Imprimir diariamente os registros do PEP para assinaturas manuais, garantindo redundância documental caso o sistema apresente falhas operacionais.
Criar planilhas paralelas com cópias dos prontuários em mídia externa, realizando backups manuais semanais e promovendo a exclusão periódica de arquivos para economia de armazenamento.
Automatizar os registros clínicos por meio de inteligência artificial com textos padronizados, restringindo alterações posteriores e dispensando conferência individual dos dados.
Utilizar identificação eletrônica pessoal e intransferível com autenticação certificada, assegurando que cada registro seja atribuído com precisão, criptografado e armazenado em sistema auditável.