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Não há consenso na literatura sobre a efetividade da redução de desfechos clínicos com o rastreamento para displasia evolutiva do quadril. Mesmo assim, os protocolos recomendam a sua realização, pois o diagnóstico precoce (anterior aos 3 a 6 meses de idade) é importante na escolha de tratamentos menos invasivos e com menores riscos de complicações. Em relação ao rastreamento para displasia evolutiva do quadril em crianças, analisar os itens abaixo:
I- Identificam-se três fatores de risco para luxação congênita do quadril: gênero masculino, crianças com história familiar de displasia congênita do quadril e parto com apresentação pélvica.
II- Se houver a opção por realizar o rastreamento, deve-se proceder às manobras de Barlow (provocativa do deslocamento) e Ortolani (sua redução) nas primeiras consultas (15 dias, 30 dias e 2 meses).
III- Quando a criança começa a deambular, a partir da consulta dos 12 ou dos 18 meses, a observação da marcha da criança é o exame de escolha.
IV- Marcha “anseriana” é aquela em que o paciente apresenta oscilações da bacia, em que as pernas estão afastadas e há hiperlordose lombar, como se o mesmo quisesse manter o corpo em equilíbrio, em posição ereta.
Está(ão) correto(s):
I, II, III e IV.
somente I, II e IV.
somente II, III e IV.
somente II e IV.