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O cuidado contínuo e humanizado após o parto é imprescindível para promoção da saúde da mulher e do recém-nascido, para a prevenção de complicações que podem surgir após o parto, inclusive aquelas associadas à mortalidade materna. Durante uma visita domiciliar realizada por uma enfermeira da Estratégia Saúde da Família a uma mulher no 7º dia de pós-parto, identificou-se que a puérpera apresentava sinais de desconforto emocional, dificuldade em amamentar devido à dor nas mamas e insegurança quanto ao cuidado com o recém-nascido.
Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde sobre atenção qualificada e humanizada à mulher no puerpério, qual é a conduta mais adequada da enfermeira diante desse quadro?
Estimular a livre demanda da puérpera ao serviço de saúde e reforçar a importância do apoio familiar, além de oferecer escuta qualificada e orientações sobre o manejo da amamentação.
Reforçar que tais sintomas são comuns e passageiros, focando, prioritariamente, na avaliação do bebê e no agendamento da próxima consulta de puerpério.
Informar que não há necessidade de nova visita domiciliar, exceto se houver surgimento de febre ou sangramento excessivo.
Avaliar as condições clínicas da mulher e orientar o retorno imediato ao serviço médico para avaliação especializada.