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Diversos estudos têm demonstrado que professores universitários estão entre as categorias profissionais com maior risco para desenvolver a síndrome de esgotamento profissional. Em relação a essa síndrome, é correto afirmar que
se trata de um quadro de esgotamento pessoal que interfere na vida do indivíduo, mas não, de modo direto, na sua relação com o trabalho.
a psicoterapia é o tratamento de eleição no início da doença, desde que o paciente não tenha a indicação para o tratamento com psicofármacos.
por haver evidências epidemiológicas da incidência da síndrome em professores, sua ocorrência é classificada como doença relacionada ao trabalho, do Grupo | da Classificação de Schilling.
a prevenção da síndrome de esgotamento profissional envolve, entre outras ações, mudanças na cultura da organização do trabalho, estabelecimento de restrições à exploração do desempenho individual, e diminuição da competitividade.
embora seu desenvolvimento esteja relacionado às condições de trabalho, não se trata de uma doença de notificação compulsória no SINAN.