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Uma equipe multiprofissional está acompanhando um paciente com câncer metastático em fase terminal e em cuidados paliativos. Durante uma visita domiciliar, a equipe constata que o paciente apresenta sinais de angústia espiritual, incluindo falta de sentido, ansiedade de morte e sentimentos de desesperança. A abordagem inicial mais adequada para lidar com essa situação é
convidar o paciente a compartilhar sua história, ouvir e explorar o conteúdo com empatia e compaixão, validando seu sofrimento.
focar no controle físico dos sintomas e adiar a abordagem psicológica para quando a condição clínica do paciente se estabilizar.
encaminhar o paciente para internação hospitalar, para garantir medicação endovenosa e suporte psicológico intensivo.
informar ao paciente e à família que o sofrimento é uma parte inevitável do processo de adoecimento terminal e que não há intervenções eficazes disponíveis
evitar discussões sobre morte e sofrimento psicológico, focando em estratégias de distração e conforto físico, para não aumentar a ansiedade do paciente.