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A Cetoacidose Diabética Euglicêmica (CAD-E) é uma condição potencialmente ameaçadora à vida. Após a introdução dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose-2 para o tratamento de DM2, a ocorrência de CAD-E aumentou e, consequentemente, a necessidade de os profissionais da assistência hospitalar reconhecerem o quadro.
Sobre a CAD-E, é correto afirmar que é
caracterizada por hiperglicemia grave, geralmente acima de 600 mg/dL, associada à cetonemia e alcalose metabólica.
uma circunstância em que a hidratação deve ser evitada inicialmente para não mascarar a acidose, priorizando-se a insulina endovenosa em altas doses.
uma condição clínica associada ao uso abusivo de álcool, com manifestação de náuseas, taquipneia, letargia e glicemia ≥ 600 mg/dL.
uma suspeita clínica em pacientes com sinais de acidose metabólica e cetonemia, com glicemia plasmática < 200 mg/dL.
manifestada por hiperglicemia grave, geralmente > 500 mg/dL, ausência de cetonemia e alcalose metabólica compensatória.