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Lactente, 6 meses, com histórico de cardiopatia congênita corrigida cirurgicamente há 2 semanas. Apresenta taquicardia súbita, regular, de 220 bpm, associada a irritabilidade intensa e dificuldade para se alimentar. Sinais vitais estáveis e sem evidência de insuficiência cardíaca. O eletrocardiograma (ECG) confirma taquicardia supraventricular (TSV). Considerando o manejo terapêutico de arritmias pediátricas, qual conduta inicial apropriada?
Iniciar infusão de betabloqueador contínua e encaminhar para cardioversão elétrica sem tentativa prévia de manobra vagal, mesmo com estabilidade hemodinâmica.
Aplicar imediatamente manobras vagais (compressa fria no rosto), monitorar o ritmo cardíaco e, se a TSV persistir, administrar adenosina IV rapidamente seguida de flush com solução fisiológica, conforme prescrição.
Administrar digoxina oral e observar por 24 horas em enfermaria, sem monitoramento contínuo do ECG, já que o paciente está hemodinamicamente estável.
Agendar ablação por radiofrequência eletiva em 2 semanas, mantendo apenas monitoramento ambulatorial e sem medidas imediatas, pois a TSV em lactentes sempre é autolimitada.