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Paciente politraumatizado, em pós-operatório imediato de laparotomia, apresenta taquicardia de 128 bpm, pressão de 88/54 mmHg, tempo de enchimento capilar prolongado e diurese inferior a 20 mL/h. À luz dos protocolos do Advanced Trauma Life Support (ATLS, 2023) e da fisiopatologia do choque hipovolêmico, qual sequência de condutas é mais coerente com o manejo inicial indicado ao técnico de enfermagem?
Manter oxigenoterapia suplementar, iniciar reposição volêmica isotônica sob monitorização e posicionar o paciente em leve elevação de membros inferiores.
Instalar infusão de glicose hipertônica para otimizar aporte energético e reduzir consumo anaeróbico de glicogênio muscular.
Aplicar furosemida de rotina para avaliar reserva renal e evitar edema pulmonar secundário à reposição volêmica excessiva.
Administrar vasopressores endovenosos precocemente para estabilização hemodinâmica, antes da expansão volêmica inicial.
Suspender fluidoterapia até avaliação médica presencial, a fim de evitar sobrecarga circulatória e risco de disfunção cardíaca.