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Com a implantação do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) em unidades públicas de saúde, surgem desafios éticos e operacionais relacionados à segurança informacional. À luz da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, 2018) e das Diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023) sobre digitalização da saúde, qual prática está tecnicamente correta e eticamente segura?
Registrar anotações clínicas em planilhas pessoais, realizando posterior migração dos dados para o sistema institucional ao final do plantão.
Utilizar credenciais individuais de acesso, evitando compartilhamento de senhas e assegurando rastreabilidade das ações executadas.
Compartilhar senhas de acesso com a equipe técnica para agilizar o lançamento simultâneo de informações assistenciais urgentes.
Registrar dados clínicos em prontuário sem autenticação digital para evitar atrasos e garantir fluxo contínuo de atendimento.
Utilizar dispositivos móveis pessoais para registro de informações clínicas, desde que haja comprometimento verbal de sigilo.