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Paciente pós-operatório de colectomia apresenta taquipneia, hipotensão e distensão abdominal, com drenagem sero-hemática intensa. À luz da fisiopatologia do choque hipovolêmico e dos protocolos da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva (SOBRATI, 2022), qual intervenção do técnico de enfermagem é mais coerente com o manejo clínico inicial?
Elevar a cabeceira para 45 graus a fim de otimizar ventilação e reduzir risco de hipoxemia, suspendendo infusão até avaliação médica.
Posicionar o paciente em decúbito dorsal com elevação de membros inferiores e iniciar infusão de solução isotônica aquecida sob monitorização contínua.
Iniciar infusão de glicose hipertônica para compensar déficit metabólico e prevenir acidose láctica associada à hipoperfusão.
Administrar anti-inflamatório não esteroidal para reduzir resposta inflamatória sistêmica e conter vasodilatação periférica aguda.
Reduzir fluxo infusional e manter repouso absoluto em posição lateral, minimizando risco de sobrecarga volêmica aguda.