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Na avaliação crítica de estudos clínicos e programas de saúde, diferentes medidas apresentam significados distintos: o odds ratio pode aproximar o risco relativo quando o desfecho é raro; valores preditivos dependem da prevalência; e o número necessário para tratar (NNT) corresponde ao inverso da redução absoluta do risco. Tais conceitos são fundamentais para interpretação de evidências. Qual proposição expressa corretamente essa lógica?
Em desfechos raros, o odds ratio aproxima o risco relativo; valores preditivos variam segundo a prevalência; e o NNT corresponde ao inverso da redução absoluta do risco.
Sensibilidade depende da prevalência, especificidade varia com a incidência, valores preditivos são fixos e o odds ratio é a principal medida em coortes prospectivas.
Estudos caso-controle permitem calcular risco relativo exato e valores preditivos universais, independentes da prevalência clínica em diferentes populações.
O NNT corresponde ao inverso do risco relativo, ajusta sensibilidade e especificidade e expressa impacto individual sem considerar risco absoluto.
O odds ratio é exclusivo de ensaios clínicos, não se aproxima do risco relativo e permanece independente da frequência do evento mesmo em desfechos raros.