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De acordo com Rouquayrol e Silva (2020) e a Vigilância Epidemiológica do MS (2022), as medidas de frequência são fundamentais ao planejamento territorial em saúde. Considerando um município com surtos de dengue e alta letalidade, qual interpretação epidemiológica é cientificamente precisa e operacionalmente aplicável?
A incidência reflete o total acumulado de casos diagnosticados historicamente, sendo útil para medir carga crônica de morbidade.
A taxa de letalidade indica a gravidade da doença e avalia a eficiência das medidas terapêuticas instituídas.
A prevalência mede apenas casos novos de curta duração, fornecendo estimativa imediata de expansão epidêmica.
A mortalidade específica revela risco de adoecimento populacional, permitindo projeção de surtos em tempo real.
A taxa de ataque expressa proporção de óbitos ocorridos entre os casos confirmados, refletindo impacto clínico imediato.