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Recomendações ASPEN/ESPEN apoiam confirmação inicial do posicionamento, cabeceira 30– 45°, início precoce quando indicado, avaliação clínica contínua de tolerância e manejo de GRV com critérios padronizados; quando monitorado, muitos consensos sugerem segurar oferta apenas se GRV >500 mL, associando medidas como pró-cinético e reavaliação diária. À luz dessas diretrizes, qual sequência operacional está mais alinhada?
Iniciar dieta exclusivamente após ruídos hidroaéreos, elevar cabeceira quando sedação cessar, desprezar GRV, manter opioides, suprimir mobilização, reavaliar somente complicações respiratórias tardias.
Verificar posição por ausculta epigástrica, manter cabeceira horizontal, suspender dieta para qualquer GRV, evitar pró-cinéticos, priorizar sondagem pós-pilórica imediata universalmente em todos.
Confirmar posição apenas por pH salivar, manter cabeceira 20°, checar GRV horário, suspender >200 mL, contraindicar prócinéticos, reintrodução tardia cautelosa após dias.
Confirmar posicionamento inicial radiográfico, elevar cabeceira 30–45°, iniciar dieta precoce, monitorar GRV, suspender somente >500 mL, considerar pró-cinético, reavaliar diariamente, prevenir aspiração.
Checar posição por cor do aspirado, manter decúbito dorsal, aspirar rotineiramente secreções gástricas, usar azul de metileno, suspender alimentação diante distensão leve.