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Em uma consulta de enfermagem na atenção primária, uma...

Em uma consulta de enfermagem na atenção primária, uma jovem de 22 anos relata que recebeu diagnóstico de tuberculose em uma clínica privada e procura a unidade de saúde para dar continuidade ao acompanhamento. Ela demonstra preocupação com o estigma da doença e pede que sua situação não seja comunicada a outras instâncias. O enfermeiro precisa conduzir a situação de forma ética, considerando a legislação vigente e o direito à confidencialidade.


A conduta mais adequada do enfermeiro nesse contexto é


A

acolher a fala da usuária e explicar que a tuberculose é uma doença de notificação compulsória, garantindo que a notificação será feita de maneira sigilosa e apenas para fins de vigilância epidemiológica.


B

respeitar o pedido da usuária e não realizar a notificação, justificando que a confidencialidade individual deve se sobrepor às exigências legais relacionadas ao controle da doença.


C

encaminhar a usuária diretamente ao médico da unidade, transferindo integralmente a responsabilidade pela decisão de notificação e não assumindo papel ativo no processo.


D

comunicar imediatamente toda a equipe multiprofissional sobre o caso, informando os detalhes clínicos da paciente e permitindo que cada membro avalie a necessidade de notificação junto aos órgãos competentes.


E

orientar a usuária a procurar outro serviço público especializado em tuberculose, explicando que a unidade atual não tem a obrigação de realizar a notificação quando o diagnóstico foi feito em serviço privado.