

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No manejo da hipercalemia aguda, diretrizes nacionais e internacionais prescrevem estabilização da membrana com cálcio endovenoso, deslocamento de potássio para o meio intracelular por insulina-glicose, beta-agonista inalatório e bicarbonato em acidose metabólica, além da remoção efetiva por diurético, resina de troca ou diálise. Sempre acompanhados de monitorização eletrocardiográfica contínua. Qual proposição traduz com maior fidelidade essa sequência?
Estrutura conduta universalizando bicarbonato, evita insulina intravenosa, utiliza cálcio por via oral, posterga beta-agonista inalatório e mantém apenas monitorização eventual com diálise tardia.
Conduz terapia sem cálcio inicial, prioriza resina isolada, retarda insulina, minimiza monitorização contínua, contraindica diálise precoce e aceita alterações de ritmo com reavaliação diferida.
Inicia monitorização, administra cálcio endovenoso para estabilizar membrana, aplica insulina-glicose e beta-agonista, considera bicarbonato em acidose, remove potássio com diurético, resina ou diálise conforme necessidade.
Implementa glicose sem insulina associada, restringe líquidos rigorosamente, aplica resina única, adia eletrocardiograma, desconsidera acidose metabólica e limita uso de beta-agonista em taquicardia.
Baseia o tratamento em furosemida isolada, adiciona bicarbonato como único recurso, recusa cálcio endovenoso, afasta beta-agonista, monitora apenas potássio sérico e posterga remoção dialítica prolongada.