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As recomendações da Brain Trauma Foundation (BTF) e da Neurocritical Care Society (NCS) para o manejo do traumatismo cranioencefálico grave e do edema cerebral priorizam cabeceira elevada, analgesia e sedação otimizadas, manutenção de PaCO₂ entre 35–40 mmHg, soluções hiperosmolares (manitol ou salina hipertônica), prevenção de hipotensão, monitorização de sódio e osmolaridade, reavaliações contínuas com neuroimagem e indicação neurocirúrgica quando necessária. Qual proposição expressa mais adequadamente esse arranjo terapêutico?
Utiliza posição Trendelenburg, promove ventilação espontânea irregular, admite hipoxemia leve, infunde soluções hipotônicas e posterga sedação estruturada com analgesia.
Sustenta hiperventilação profunda, admite PaCO₂ < 30, reduz sedação, restringe soluções hiperosmolares, aceita hipotensão permissiva e posterga avaliação neurocirúrgica urgente.
Mantém decúbito horizontal, interrompe analgesia, administra vasodilatadores, contraindica salina hipertônica, adota restrição hídrica rígida e posterga monitorização laboratorial.
Inicia terapia hiperosmolar sem metas, ignora pressão arterial, adia reavaliações contínuas, descarta TC de controle e posterga avaliação pupilar sistemática na UTI.
Eleva a cabeceira, assegura analgesia e sedação, mantém PaCO₂ 35–40, utiliza manitol ou salina hipertônica, previne hipotensão, monitora eletrólitos e reavalia continuamente com neuroimagem seriada.