

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A American Epilepsy Society recomenda que o status epiléptico seja tratado com benzodiazepínico como primeira linha, seguido por levetiracetam, valproato ou fosfenitoína na segunda linha, anestésicos de infusão contínua em refratariedade, sempre com garantia de via aérea, ventilação, glicemia e investigação etiológica, além de monitorização contínua por EEG. Qual proposição representa essa sequência terapêutica?
Estabelece sedação profunda com bloqueio neuromuscular, suspende drogas antiepilépticas, interrompe suporte precoce, posterga ventilação invasiva e antecipa alta hospitalar abreviada.
Estrutura conduta com atraso no benzodiazepínico, introduz antipsicótico inicial, ignora glicemia, contraindica segunda linha e dispensa monitorização contínua por EEG especializado.
Inicia fenitoína antes do benzodiazepínico, exclui levetiracetam, omite avaliação etiológica, aceita hipoxemia persistente e prioriza contenção física prolongada como medida primária.
Garante ABC inicial, corrige glicemia, administra benzodiazepínico, utiliza levetiracetam ou valproato ou fosfenitoína como segunda linha, recorre a anestésicos contínuos em refratários e monitora EEG continuamente.
Administra benzodiazepínico inicial, restringe uso de levetiracetam/valproato/fosfenitoína por receio de interações, evita anestésicos em refratários, limita monitorização EEG a registros ocasionais e posterga investigação clínica.