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As diretrizes do Malignant Hyperthermia Association of the United States (MHAUS) e consensos internacionais estabelecem a conduta diante da hipertermia maligna: suspensão imediata dos agentes desencadeantes, oxigenação a 100%, administração de dantrolene 2,5 mg/kg em bolos repetidos até controle, resfriamento ativo, tratamento da hipercalemia e acidose, além de internação em UTI para vigilância contínua. À luz desses fundamentos, qual proposição expressa adequadamente esse manejo?
Reconhece sinais clínicos, suspende agentes desencadeantes, institui O₂ a 100%, administra dantrolene em bolos repetidos, promove resfriamento ativo, corrige distúrbios metabólicos e encaminha à UTI.
Prossegue anestesia inalatório-halogenada, posterga oxigenoterapia, evita dantrolene por risco hemodinâmico, mantém aquecimento, utiliza bloqueadores de cálcio e transfere após término do procedimento.
Substitui dantrolene por antitérmico comum, adota resfriamento passivo, afasta correção de acidose, mantém monitorização mínima e posterga acionamento da equipe de apoio.
Administra dantrolene em dose única sem repetição, interrompe resfriamento precocemente, evita admissão em UTI, dispensa monitorização estruturada e aceita risco de recorrência.
Assume quadro como hipertermia infecciosa, mantém anestesia inalatória, posterga dantrolene, impede lavagem fria do circuito, solicita antitérmico isolado e negligencia equipe de suporte.