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Em uma unidade ambulatorial, um paciente de 58 anos procura atendimento relatando dor persistente há vários meses, com períodos de piora após esforço e dificuldade para dormir. Durante a consulta, o enfermeiro identifica diferenças entre manifestações relacionadas a episódios de dor recente e sinais associados a um quadro duradouro, analisando intensidade, impacto funcional e resposta prévia a tratamentos. Após coletar as informações, o profissional necessita aplicar critérios técnicos que permitam distinguir tipos de dor, considerando mecanismos fisiológicos, temporalidade, estratégias terapêuticas e ferramentas padronizadas de avaliação. Com base nesses aspectos e no contexto descrito, assinale a alternativa correta.
A dor aguda caracteriza-se por curso prolongado, geralmente superior a três meses, e costuma estar associada a alterações sensitivas persistentes, exigindo manejo semelhante ao das dores neuropáticas crônicas.
O tratamento da dor crônica pode incluir intervenções não farmacológicas, como exercícios, educação em saúde e técnicas de relaxamento, que auxiliam na modulação da percepção dolorosa.
A dor crônica deve ser avaliada pela escala numérica, pois instrumentos multidimensionais não agregam valor ao processo de classificação e conduta.
A dor aguda, por sua natureza autolimitada, não necessita avaliação estruturada, bastando observar sinais comportamentais gerais para definir o tratamento inicial.