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Durante a avaliação inicial em uma unidade de pronto atendimento, um paciente de 72 anos, hipertenso e diabético, refere mal-estar inespecífico e sensação de fraqueza progressiva. Na admissão, o enfermeiro observa que o paciente apresenta palidez cutânea, sudorese fria e dificuldade para permanecer em pé durante a triagem. Diante desse quadro, o profissional realiza imediatamente a mensuração dos sinais vitais e identifica alterações que demandam monitoramento contínuo e intervenção precoce. Considerando os parâmetros utilizados para análise, especialmente no que se refere à interpretação técnica de valores extremos e sua relação com a perfusão e estabilidade hemodinâmica, avalie as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
Em situações de instabilidade, a aferição da frequência respiratória tem pouca relevância clínica imediata, devendo ser realizada apenas após estabilização de parâmetros cardiovasculares.
Na presença de sudorese fria e palidez, a avaliação da temperatura axilar deve sempre preceder a avaliação da frequência cardíaca, pois alterações térmicas determinam, obrigatoriamente, modificações imediatas no pulso periférico.
A pressão arterial obtida em idosos sintomáticos só deve ser considerada confiável quando aferida no membro inferior, pois aferições no membro superior tendem a superestimar os valores reais.
Para avaliação da perfusão periférica em pacientes instáveis, a contagem do tempo de enchimento capilar pode auxiliar na identificação de hipoperfusão, devendo ser realizada em ambiente iluminado e com leve pressão na polpa digital.