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Em uma UTI adulto, o técnico em enfermagem acompanha um paciente em pós-operatório imediato, intubado, sedado, com monitorização contínua, sonda vesical de demora e acesso venoso central. Durante o plantão, o profissional observa acúmulo de secreção na cavidade oral, cabeceira do leito quase plana e áreas de hiperemia em calcâneos e região sacral. Considerando os cuidados de enfermagem em pacientes críticos na UTI, especialmente na prevenção de complicações respiratórias e de lesão por pressão, qual conduta deve ser priorizada pelo técnico?
Manter o paciente em decúbito dorsal horizontal para facilitar o manuseio dos dispositivos, adiando a mudança de posição para o próximo turno.
Reduzir o número de mudanças de decúbito para evitar desconforto e risco de deslocamento dos dispositivos invasivos.
Suspender a higiene oral em pacientes intubados, pois o risco de broncoaspiração é sempre maior com manipulação da cavidade oral.
Elevar a cabeceira do leito entre 30° e 45°, realizar higiene oral e auxiliar na mudança de decúbito conforme rotina da unidade, comunicando à equipe de enfermagem as alterações observadas.