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Considere que a UBS Tia Laurinha, de Agudo, acompanha um paciente de 72 anos com sonda ...

Considere que a UBS Tia Laurinha, de Agudo, acompanha um paciente de 72 anos com sonda vesical de demora (SVD) em uso domiciliar para manejo de retenção urinária crônica. Na demanda espontânea, o paciente é trazido pela família que relata diminuição do fluxo urinário, refluxo na conexão e presença de sedimentos no sistema. A equipe identifica possível comprometimento do circuito, sem sinais clínicos de infecção. Com base no Protocolo de Prevenção de ITU Relacionada ao Uso de CVD – Anvisa (2025), qual é a conduta mais adequada?


A

Realizar a troca da SVD porque o dispositivo permanece instalado há seis meses, seguindo a prática de substituir o cateter em intervalos fixos como medida de prevenção.


B

Manter observação à SVD, pois a ausência de febre ou desconforto abdominal não caracteriza alteração que exija substituição imediata.


C

Realizar a troca diante da alteração do padrão de drenagem e das mudanças no sistema, situações consideradas critérios técnicos para substituição do cateter.


D

Reforçar cuidados com o sistema coletor e reavaliar posteriormente, priorizando a troca apenas quando houver manifestação clínica mais evidente de complicação.


E

Substituir a SVD considerando que o tempo de uso ultrapassa o limite de segurança de 30 dias em ambiente domiciliar, parâmetro utilizado para reduzir risco de colonização.