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De acordo com os princípios descritos no livro Fundamentos de Enfermagem, de Potter e Perry (2019), a administração de dieta por sonda nasogástrica exige técnica asséptica e monitoramento contínuo do paciente para evitar complicações.
Fonte: POTTER, Patricia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de enfermagem. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
A partir deste contexto, marque a alternativa que traz CORRETAMENTE a afirmação.
Durante a administração da dieta por sonda, a velocidade de infusão deve ser rápida para reduzir o risco de diarreia e garantir que o paciente receba a nutrição completa o mais rápido possível.
A administração da dieta por sonda deve ser feita com o paciente em decúbito dorsal para garantir a melhor absorção dos nutrientes e evitar refluxo gastroesofágico.
A irrigação da sonda nasogástrica antes e após a administração da dieta não é necessária, pois pode levar a um excesso de líquido no estômago, aumentando o risco de regurgitação e broncoaspiração.
Caso o paciente apresente um volume residual gástrico acima de 250 mL, deve-se prosseguir com a administração da dieta, pois esse volume não influencia no risco de aspiração.
Antes de administrar a dieta por sonda nasogástrica, é fundamental verificar o posicionamento correto da sonda por meio da ausculta do ar insuflado e da verificação do resíduo gástrico, prevenindo complicações como broncoaspiração.