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Júlia, 28 anos, é atendida na Unidade Básica de Saúde (UBS)...

Júlia, 28 anos, é atendida na Unidade Básica de Saúde (UBS) no 3º dia de sintomas. Ela relata febre alta (39 °C) de início súbito, cefaleia intensa (principalmente retro-orbital), mialgia e dor nas articulações. Nega sangramentos (gengivorragia, epistaxe) e não apresenta dor abdominal intensa ou vômitos persistentes. Ao exame físico, está consciente, hidratada, com frequência cardíaca de 90 bpm e pressão arterial (PA) de 110/70 mmHg. O médico, suspeitando de dengue, solicita à enfermagem que realize a Prova do Laço como parte da classificação de risco. Considerando o caso de Júlia e a suspeita de dengue, assinale a alternativa que descreve corretamente a técnica da Prova do Laço no manejo clínico dessa arbovirose.


A

Verificar a pressão arterial, calcular a média entre a pressão sistólica e a diastólica, insuflar o manguito até o valor da média e mantê-lo inflado por 5 minutos em adultos ou até o aparecimento de petéquias; após esse tempo, desenhar um quadrado de 2,5 cm × 2,5 cm no antebraço e contar o número de petéquias.


B

Insuflar o manguito até o valor da pressão arterial sistólica e mantê-lo inflado por 4 minutos, desenhando em seguida um círculo de 1,5 cm x 1,5 cm de diâmetro no braço para contagem de petéquias.


C

Calcular a média entre a pressão arterial sistólica e a diastólica e manter o manguito inflado por 7 minutos, desenhando em seguida um círculo de 2,5 cm x 2,5 cm de diâmetro no braço para contagem de petéquias.


D

Calcular a média da pressão arterial dividindo a pressão sistólica pela diastólica, insuflar o manguito até esse valor e manter inflado por 2 minutos; desenhar um quadrado de 2,5 cm x 2,5 cm no antebraço e contar o número de petéquias.


E

Manter o manguito inflado até o valor da pressão sistólica e só desenhar o quadrado de 2,5 cm × 2,5 cm se houver aparecimento visível de petéquias espontâneas.