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Durante supervisão de enfermagem em uma sala de vacinação de Unidade Básica de Saúde, é identificado que, após falha elétrica não programada no período noturno, o termômetro de máxima e mínima da câmara refrigerada registrou temperatura de +12 °C por aproximadamente 4 horas, retornando posteriormente à faixa adequada (+2 °C a +8 °C). No período, encontravam-se armazenadas vacinas de vírus vivos atenuados (tríplice viral e varicela), vacinas inativadas (pentavalente, VIP e hepatite B) e vacinas adsorvidas (DTP). Na triagem de crianças no mesmo turno, uma criança de 9 meses, sem comorbidades, comparece para vacinação de rotina, estando indicada a administração de tríplice viral (1ª dose).
Qual é a conduta correta neste caso, considerando as intervenções da enfermagem?
As vacinas armazenadas podem ser utilizadas normalmente, pois a elevação de temperatura por período inferior a 6 horas não compromete a potência imunobiológica.
A enfermagem deve suspender o uso das vacinas expostas à temperatura inadequada, comunicar o fato à instância superior e aguardar orientação técnica antes de qualquer administração.
A enfermagem deve administrar a tríplice viral, desde que o frasco esteja dentro do prazo de validade, pois vacinas de vírus vivos toleram variações térmicas acima de 8 °C.
A criança deve receber a tríplice viral normalmente e, posteriormente, ser revacinada preventivamente, caso se confirme perda de potência do imunobiológico.
A vacina tríplice viral deve ser descartada imediatamente, enquanto as vacinas inativadas e adsorvidas podem ser utilizadas sem restrições.