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Uma temperatura elevada, geralmente causada por febre, mas ocasionalmente por hipertermia, é um dos sintomas mais comuns de doença em crianças. Considerando a importância do controle térmico na assistência de enfermagem em pediatria, de acordo com Hockenberry (2023), marque a alternativa CORRETA.
Na pediatria, a febre é considerada um indicador confiável de diagnóstico e prognóstico, reforçando a importância do acompanhamento da curva térmica. O aumento da temperatura e a resposta ineficaz aos antipiréticos indicam a gravidade ou a etiologia da infecção.
No contexto de hipertermia, medidas de alívio incluem intervenção farmacológica e ambiental. Visto à gravidade, o uso de antipiréticos é recomendado, devido à alteração no ponto de ajuste da temperatura no nível do hipotálamo.
A principal razão para o tratamento da febre é o alívio do desconforto. No entanto, crianças com doença cardiopulmonar ou imunocomprometidas podem não tolerar o aumento da demanda metabólica da febre e devem receber terapia antipirética.
A aplicação de compressas frias na pele ajuda a reduzir a temperatura central. O enfermeiro pode utilizar essa medida de resfriamento na hipertermia, visando estimular os efeitos benéficos dos tremores e calafrios, os quais promovem uma vasoconstrição superficial e consequente redução da temperatura corporal.