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As Síndromes Geriátricas representam condições de saúde complexas, altamente prevalentes na população idosa e que resultam da interação de múltiplos fatores. Dentre elas, a Incontinência Urinária (IU) destaca-se pelo impacto direto na autonomia e na qualidade de vida.
No que concerne à classificação fisiopatológica e clínica dos tipos de incontinência urinária em pessoas idosas, assinale a alternativa CORRETA.
A incontinência urinária mista é classificada apenas quando o idoso apresenta, simultaneamente, perda urinária por esforço físico e obstrução infravesical por hiperplasia prostática benigna.
A incontinência urinária de esforço é definida pela perda urinária decorrente da incapacidade de atingir o banheiro a tempo, devido exclusivamente a limitações físicas ou cognitivas, como o comprometimento da marcha ou demência severa.
A incontinência urinária funcional ocorre quando há falha no mecanismo esfincteriano uretral, resultando em perdas durante atividades que aumentam a pressão intra-abdominal, como tossir ou espirrar.
A incontinência urinária por transbordamento é típica de pacientes com bexiga hiperativa, em que o volume residual pós-miccional é inexistente ou muito baixo.
A incontinência urinária de urgência caracteriza-se pela perda involuntária de urina acompanhada ou imediatamente precedida por um forte desejo de micção, estando frequentemente associada à hiperatividade do músculo detrusor.