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Em um serviço hospitalar que adota protocolo estruturado de...

Em um serviço hospitalar que adota protocolo estruturado de classificação de risco, um paciente de 62 anos, diabético e hipertenso, procura atendimento referindo mal-estar súbito há uma hora, associado à epigastralgia em queimação, náuseas e sudorese discreta. Nega dor torácica típica. Encontra-se consciente, PA 138×86 mmHg, FC 96 bpm, FR 20 irpm e SpO2 95% em ar ambiente. Pele levemente fria. Considerando os princípios da classificação de risco, a segurança do paciente e a apresentação clínica das síndromes coronarianas, pode-se afirmar que a:


A

ausência de dor torácica típica e de instabilidade hemodinâmica permite classificação intermediária, com reavaliação clínica periódica conforme fluxo assistencial da unidade


B

estabilidade dos sinais vitais afasta, no primeiro momento, suspeita de condição tempo-dependente, podendo o paciente aguardar avaliação médica conforme disponibilidade


C

presença de fatores de risco cardiovascular associada a sintomas atípicos impõe classificação como condição potencialmente tempo-dependente, com prioridade elevada para avaliação imediata


D

definição da prioridade assistencial deve fundamentar-se principalmente nos parâmetros hemodinâmicos objetivos aferidos na triagem, sendo os sintomas inespecíficos considerados apenas como complementares na estratificação inicial de risco