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Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h), um paciente de 58 anos dá entrada com dor torácica intensa, sudorese fria, dispneia e palidez cutânea. O enfermeiro realiza avaliação mediante protocolo validado, identifica sinais de potencial síndrome coronariana aguda e o classifica como prioridade máxima (cor vermelha), garantindo atendimento imediato independentemente da ordem de chegada. À luz da Política Nacional de Humanização (PNH) e das diretrizes organizacionais da Rede de Atenção às Urgências no SUS, essa conduta caracteriza:
Acolhimento com classificação de risco, fundamentado em protocolo estruturado, escuta qualificada e priorização conforme gravidade clínica, visando equidade e redução de morbimortalidade.
Triagem administrativa com hierarquização da demanda a partir da gravidade presumida, priorizando usuários com maior risco potencial.
Organização do fluxo assistencial segundo critério cronológico de chegada, com priorização eventual por decisão médica posterior.
Atendimento baseado exclusivamente em juízo clínico individual, sem respaldo em protocolos assistenciais formalmente instituídos.